sexta-feira, 12 de março de 2010

Nunca mais ouvi falar de amor...


Há dois dias que Roberta Cristina Eugênio e Felipe Eugênio se desentenderam. Desta vez não foram fotografados na Prainha discutindo quem havia roubado a onda de quem, tampouco elevaram a voz no Antonio’s numa quarta feira após duas garrafas de vinho; o que ocorreu é que as companhias telefônicas intermediaram uma mensagem-torpedo malcriada aqui e uma vizinha faladeira (seria ela um bloco inteiro?) ouviu acolá o "outrora casal-semi-univitelino" discutir com venenos ao descer a escadaria. Barraco?, embora valesse isso em Vila, terra de notórios barraqueiros, qualquer escândalo não se confirmou. No entanto, para quem percebeu o entrevero, a coisa foi pior do que baixarias: os irmãos se bateram com elegância e frieza. Coisa feia e dolorida pro coração. No caso, a nossa vizinha mezzo carnavalesca testemunhou que após farpas violentamente sussurradas, a menina Eugênio saiu para um lado e o cara Eugênio para o outro. Cada qual seguiu por uma esquina diametralmente oposta após o fim da ladeira. Coisa rara de se ver. Principalmente pela falta dos beijinhos e gargalhadas. Até hoje se perguntam qual terá sido a natureza do ebó que lhes foi destinado.

Ou seja, o boato que se espalhou por Vila Isabel era o da separação. Mas afinal de contas, qual o motivo para isso tudo? – gritava em uníssono a platéia que acompanha os trabalhos suados dos paparazzi. - Por que brigaram, ora bolas?!

A resposta é: todas as especulações sobre o motivo da briga, as que existem, as que serão feitas, todas estão corretas. E esse parafrasear do Aldir Blanc apenas serve para dizer que somos menos turrões que aquela dupla de autores do Mestre Sala dos Mares. Dois dias e já basta. Cheio de saudades, já comemoro o aniversário da briga natimorta convidando Roberta Cristina Eugênio e o MOCC para a festa da reconciliação. No nosso caso, a música brasileira pode até não agradecer tanto, e nem mesmo tivemos uma Yoko Ono para nos dar motivos para irmos embora, porém os batuqueiros & cantadores serão mais felizes sabendo que uma máfia de dois como a nossa não se findou. Quem se finou foram os olhudos de plantão – vão botar mandinga na casa do c!...

Enfim...


Importa é que Roberta taí, de volta à paz daqueles que esqueceram os ciúmes, e eu, malgrado pisar nos mesmos espinhos, estou aqui, de braços abertos, esperando colocar no colo a minha menina, que na realidade é quem me nina.

Meu par,

minha nega, que falta - nesses enormes dois dias - você me fez!


teu f.


p.s.
para os moquianos de plantão, eis aí um folhetim que faltou à pena do Maneco. Claro, ele desconhece o subúrbio... Vamos lançar o disco "Farpas e bitocas - Nacional "em breve. Incluindo o grande sucesso de Dhi Ribeiro!

4 comentários:

  1. A fala está suspensa.

    Tenho descoberto outra Roberta. Uma que briga, fala besteira e continua sentindo demais. Só que esse novo tipo de Roberta vem tentando falar menos. Não para preservar os ouvidos alheios de sua falação, sim de suas emoções. E nessa reivenção, quando é sobre o meu grande amor, vai ser assim daqui por diante:
    com a fala suspensa e o coração disritmado!

    PS: "Você sabe fazer tudo o que faz...Me apaixonei por você, Meu!" .

    Tua Beta!

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  2. O baile desbunde eh quando?!

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  3. Amor e delícia. Não necessáriamente nesta ordem.

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