sexta-feira, 27 de novembro de 2009

The Perfect World




"Então o camponês disse: Fala-nos do Trabalho...


Sempre vos disseram que o trabalho é uma maldição


e a labuta uma infelicidade...


O trabalho é tornar o amor visível"




Gibran, O Profeta






Se o ócio é mais gostoso,




É praticamente tranquilo




Nada na hora de fazer nada




E estamos nos sentindo em casa.




Tudo no instante do labor profundo,




Estais satisfazendo, free soul my friend,




Livre se um coração vagabundo.




domingo, 22 de novembro de 2009

Casamento do MOCC


















Cerimonia linda!

Nos noivos percebia uma
alegria e amor constante.
A festa transcorreu exuberante e divertida,
sem pressa e harmônica.
Como deve ser a vida a dois, e a eles.
Um Viva a Aline e Magno!

***

Para não marcar o vestido

Uma madrinha, a das mais chiques,
estava sem calcinha.
Era para não marcar o ves
tido
des-lum-bran-te que usava.
Ela, ainda, segurou a onda até o
final com a sandália alta.
Ela, que até hoje, só é vista de
jeans e camiseta da citycol
Prometeu investir mais nos vestidos.
Arrasa Loirona!

***

Peixão

Rodrigo Luis foi o primeiro
a entrar na piscina.
Se esbaldou...
Cabelão de Iemanjá,
De coque, parece um Samurai.


***























Garota da capa


Rob Eugenio não via a hora de
entrar na piscina.
Menina chique posou para as

lentes de Magioli e seus assistentes.
Foi confundida com
a “Garota do Meia Hora”.
Ledo engano, Betinha Eugenio
é daquelas meninas que
posam pra Trip com livro de
Charles Baudelaire, fazendo charme.

***

Sem oculos e sem documento

O primeiro a ficar a paisano,
foi Mendes.
Afoito pelo futebol, colocou
as lentes de contato, usando
a mesa de sinuca como aparador .

***

Direito, nem tanto...

Faltou Lidiane Penha.
ninguem sabia justificar a ausencia

da vulupiosa Mãe garota morena
Ficamos com a presença apagada
daquele povo branco do 7o andar.
Magioli não conta, né?!


***

21

Perguntado ao garçon:
“- Pra ligar pro rio, precisa fazer 21,21?!”
O rapaz ficou sem entender...


***

Companhia para Alice e Bento

Aos casais, vamos nos movimentar...
Leozito tá com cara de pai.
Vanessa de Vitor tá com cara de mãe.
Animação, galera...
Dois novos bebês?!


***

Pragmática
Vivi Pinha, linda de vestido vermelho
ou de biquini dourado, observa na
leitura da certidão:
"-Aline mudou de nome?! Vai ter que mudar
TODOS os documentos!"
Esperta essa, menina!
**
Casal na cota de quem?!

Um casal meio hippie, meio se bastavam...
Entraram na piscina, lindos se beijando,
dançaram juntinhos...
Não falavam com quase ninguem.
Ela de vestidao Azul e ele de bermuda e
sandalia da feira de Ipanema.
Viva o Amor!!!


***

Só pra não esquecer...

A festa deu uma crescida
quando mudou o DJ
*

Os docinhos estavam uma coisa...
*
As caipirinhas salvaram do calor e
mantinham o nível de alcool
necessário ao corpo humano.
*
A simpatia da Gordinha da Casa de festa
*
A antipatia da Dona do Buffet


***























Da Série “Ôôô, lá em casa…”
Mulheres:
Aline, a noiva!
Casilda
Vivi Pinha
Rob Eugenio
Vanessa
Renata Magioli






















Homens:

Alexandre, o noivo!

***

No mais...

Como é bom ver as meninas penteadas
E os rapazes de banho tomado do Mocc.

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sábado, 21 de novembro de 2009

segundos anteriores


Estamos todos naquela correria, os amigos todos se encaminham para Santíssimo, e não sei direito o que tudo isso simboliza. Para santíssimo, estamos - cada moquiense - um tanto distantes. Nada que a Avenida Brasil não iguale ao passo que for percorrida. Nada que o casório de Alexandre Magno e Aline não resolva enquanto marco final de uma correria de gente bem arrumada.

Os segundos que antecedem à celebração do casal causam ainda certo frisson gostoso. É festa. Sobre sentimentos, relacionamentos, sorvimentos de cana, embevecimentos de reencontros, é festa o cume dessa aventurança. Celebrar é a regra e é o jogo. Quase uma tautologia sobre o oba-oba. Enfim, uma chance mais de mostrarmos o risco de vida como coisa arisca e cu riscado. Corremos o risco de não passarmos em branco por essa trajetória, outrossim coloridíssimos! Viva o Arco Íris! Viva o amor declarado publicamente!

Somos nesses segundos de preâmbulo os felizes ensimesmados. Felicidade coletiva, dá em criatividade. Que tudo escoe para o horizonte de expectativas dos casadoiros.

Quem dá mais? Leilão em aberto.

um brinde aos noivos!

f.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Consciência


Diga lá nêgo, chega aqui, entre republicanos em busca de virtude pública e vagabundos artesãos buscando restos de poesia, navegamos por amor, seja lá o que for, harmonia no fluxo em via de evolução da consciencia de então. No início era o verbo, então, todos são. Perguntei para minha mãe preta sobre o suplício de Helena, ela falou que até assiste novela mas não acredita nela. Um salve para a consciência troiana do leste oriental etíope. Saravá.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A Ressaca da República se cura com... Bananas?

Meus caros amigos,

O dia é o seguinte: segunda, dezesseis. Quarenta e dois graus, e isso porque a cidade é maravilhosa. Que isso sirva de aviso pra vocês.

O flamengo está em segundo lugar no brasileiro e a república foi proclamada, sem pompa nem circunstância.

Eu quero ver é quando Zumbi chegar. O que vai acontecer? Esquece, vê se esquece. Tudo no mundo acontece. Menos Angola, Congo, Benguela, Monjolo, Cabinda, Mina, Quiloa, Rebolo... Isso não acontece.

http://www.youtube.com/watch?v=Db2_TWq7nfs

domingo, 15 de novembro de 2009

Com quantas bananas se faz uma república?


O dia é de proclamação. Pô, clamação, né?, cadê aquele grito da galera?!...

O dia é 15 e o mês, novembro. Seria interessante refletirmos sobre crise no parlamento - quero saber quando foi a belle époque dele! -, sobre a idéia do público e do privado ser atropelada pelo homem cordial do Buarque, assim como valeria discutir o feriado ter caído num domingo, ou mesmo querelar acerca do conceito de nação em Renan num paralelo à nação rubro negra - em ascensão no campeonato. Contudo, preferível é abrir a enquete no lugar do tagarelismo: gente cheia de opinião pra dar, com quantas bananas se faz uma república de hipócritas?

Sem opções para marcar, escrevam no canhoto livremente. Pra quem quiser, pode usar a direita também.

intés da res publica,

f.

E nesse Fim de Semana teve... Madona!




.

O Rio está cada vez mais caído de atividades culturais...
Recife já superou há tempos (!)
Só existe mesmo, pq Madonna vem pra cá,
Afinal se Deus é brasileiro, Jesus é carioca...

.


Afinal, desde quando isso?


Não era de se esperar coisa menor. Nem maior. Na verdade, nada é de se esperar no MOCC. O Movimento-maior-do-Brasil agora tem uma página virtual. Bom, bom. Mas o que virá depois disso? Algum candidato para disputar com a Dilma em 2010? Não tanto. O MOCC ao passo que lê editoriais da Folha e do JB, no final das contas quebra urnas. Embora alguns - dizem - roam unhas.

Sobre nós muito se especulou acerca da famosa festa Bizarre&Sexy, outro tanto falou-se da viagem pela América Latina guiada pelo Paulista, menor foi o barulho acerca das novas alas, aquelas que foram dissidentes da Ultrarradical, que durante anos teve Lidiane como baluarte - mas é certo que tantos foram os boatos sobre o pessoal do movimento do ócio coletivo e criativo, boatos de que teorizávamos mais do que cumpríamos, que no final ficamos como filhos do porvir. Um dia seremos. Um dia faremos. O "um dia" virou nosso esporte diário. Mas como isso se o MOCC reúne tantos sedentários?

Para esclarecimento diante de tantos boatos: não somos filhos do "um dia". Outrossim do "só por hoje". Cada dia de uma vez; senão as ressacas se sobrepõem.

E sobre nossa capacidade de criações no abstrato, ora, isso é saudável porque somos um movimento que envereda pela metafísica. Isso é saudável porque o ócio é a nossa energia. No entanto, só para dar uma variadinha, assim, meio de ladinho, vamos que vamos escrivinhar para com um público maior. É isso mesmo: vovós, tias e primos em fase de alfabetização, todos agora podem ler o que for impublicável. No resta nove, ao menos ganhamos matéria para continuarmos etílicos, anárquicos e eróticos. Além de, claro, enormes.

Enormes em que são os moquienses? Podem nos medir pelos textos daqui, queridos leitores de quadrinhos. Do esterco ao Sterne, somos enormes. Enormemente legais.

Que rufem as tintas!

inté's aos zés

f., o Eugênio