sábado, 27 de março de 2010


Ontem, após receber a notícia de que forças abjetas assaltaram mais um canal de mídia livre e pública - e autônoma uai, dentro da Unicamp. Queria mandar enfiarem nosas antenas no cú, mas sem miguelar, respirei e cantei também:

“Que beleza, o vil metal, a ordem e a crença, os andróides perdidos retornam esmerilhando a consciência pública, roube sua rádio, julgue sua televisão e se liga filho da puta, na origem faltam-te conduta, governante playboy, empresário facista, apreende e nem sempre aprende um delinquente inspirar que cria simples e ausente assim dessas suas manias, cagaços, normas e caros vinhos - todos sabemos beber bons vinhos. Tu és vizinho, mas o bairro que se feda? Obrigado cidadão, onde se escreva, cante pro canto da luneta, empoeirada, suba nas puras poetisas caixas, enfia o dedo no rastro, e goza, goza tua liberdade, pega nossa vontade, e goza, mas deixe-nos, um amor, gozar tão bem”

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