
Estamos todos naquela correria, os amigos todos se encaminham para Santíssimo, e não sei direito o que tudo isso simboliza. Para santíssimo, estamos - cada moquiense - um tanto distantes. Nada que a Avenida Brasil não iguale ao passo que for percorrida. Nada que o casório de Alexandre Magno e Aline não resolva enquanto marco final de uma correria de gente bem arrumada.
Os segundos que antecedem à celebração do casal causam ainda certo frisson gostoso. É festa. Sobre sentimentos, relacionamentos, sorvimentos de cana, embevecimentos de reencontros, é festa o cume dessa aventurança. Celebrar é a regra e é o jogo. Quase uma tautologia sobre o oba-oba. Enfim, uma chance mais de mostrarmos o risco de vida como coisa arisca e cu riscado. Corremos o risco de não passarmos em branco por essa trajetória, outrossim coloridíssimos! Viva o Arco Íris! Viva o amor declarado publicamente!
Somos nesses segundos de preâmbulo os felizes ensimesmados. Felicidade coletiva, dá em criatividade. Que tudo escoe para o horizonte de expectativas dos casadoiros.
Quem dá mais? Leilão em aberto.
um brinde aos noivos!
f.

Valeu a pena o atraso, meu camarada. Obrigado! Hasta luego, compañeros! É o MOCC na terra de Fidel y Cienfuegos. Beijos e intéses!
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