domingo, 15 de novembro de 2009

Afinal, desde quando isso?


Não era de se esperar coisa menor. Nem maior. Na verdade, nada é de se esperar no MOCC. O Movimento-maior-do-Brasil agora tem uma página virtual. Bom, bom. Mas o que virá depois disso? Algum candidato para disputar com a Dilma em 2010? Não tanto. O MOCC ao passo que lê editoriais da Folha e do JB, no final das contas quebra urnas. Embora alguns - dizem - roam unhas.

Sobre nós muito se especulou acerca da famosa festa Bizarre&Sexy, outro tanto falou-se da viagem pela América Latina guiada pelo Paulista, menor foi o barulho acerca das novas alas, aquelas que foram dissidentes da Ultrarradical, que durante anos teve Lidiane como baluarte - mas é certo que tantos foram os boatos sobre o pessoal do movimento do ócio coletivo e criativo, boatos de que teorizávamos mais do que cumpríamos, que no final ficamos como filhos do porvir. Um dia seremos. Um dia faremos. O "um dia" virou nosso esporte diário. Mas como isso se o MOCC reúne tantos sedentários?

Para esclarecimento diante de tantos boatos: não somos filhos do "um dia". Outrossim do "só por hoje". Cada dia de uma vez; senão as ressacas se sobrepõem.

E sobre nossa capacidade de criações no abstrato, ora, isso é saudável porque somos um movimento que envereda pela metafísica. Isso é saudável porque o ócio é a nossa energia. No entanto, só para dar uma variadinha, assim, meio de ladinho, vamos que vamos escrivinhar para com um público maior. É isso mesmo: vovós, tias e primos em fase de alfabetização, todos agora podem ler o que for impublicável. No resta nove, ao menos ganhamos matéria para continuarmos etílicos, anárquicos e eróticos. Além de, claro, enormes.

Enormes em que são os moquienses? Podem nos medir pelos textos daqui, queridos leitores de quadrinhos. Do esterco ao Sterne, somos enormes. Enormemente legais.

Que rufem as tintas!

inté's aos zés

f., o Eugênio

2 comentários:

  1. Ai, que emoção ser a primeira a comentar o nosso blog! Então, para começar, acho que devemos colocar uma foto do Palpite, do Loreninha, do Itaipava ou do Bar da Cris na apresentação. Estes são emblemáticos! No máximo uma montagem. Imaginem a carinha do Bira no lugar da senhorinha da foto! Vou providenciar. Porque aqui é assim, tem que matar a cobra e mostrar o pau! Já adianto que serei uma contribuinte iconográfica. E tenho dito!

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  2. Espero que não só iconográfica. As letras clamam por mais gente buriladora delas, ora bolas!

    Quero ouvir dislates e lates, latidinhos, conquanto que ao pé do ouvido. Ixi, isso ficou apimentado demais, né?

    enfim, culpa da noite, do sono, do vinho.

    inté, moquienses!

    f.

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